Universidade Federal de Santa Catarina Programa de Pós-Graduação em Psicologia — PPGP/UFSC
Saúde Ocupacional · EMSS

Guia Orientativo para Gerenciamento de Fatores de Risco Psicossociais (FRPS) Relacionados ao Trabalho

Material de apoio às Equipes Multiprofissionais de Saúde do Servidor (EMSS) da rede pública estadual de saúde de Santa Catarina.

ISO 45003NR-1 / NR-17 PRIMA-EFINSST 2022 PPGP/UFSC · 2026

Bem-vindo ao Guia Orientativo

Ciclo contínuo de gestão dos riscos psicossociais no trabalho

Sobre o guia

Desenvolvido com base em evidências científicas e achados empíricos da saúde pública de Santa Catarina e em diretrizes internacionais (ISO 45003, PRIMA-EF, INSST) e nacionais (NR-1, NR-17). É resultado de tese de doutorado de Milena Garcia da Silva — PPGP/UFSC, 2026.

Para quem é

Direcionado às Equipes Multiprofissionais de Saúde do Servidor (EMSS) que atuam na saúde ocupacional dos servidores da rede pública estadual de saúde de Santa Catarina.

Ciclo de gerenciamento dos FRPS

1
Conceitos
2
Identificação
3
Avaliação
4
Planejamento
5
Implementação
6
Monitoramento

A etapa 6 retroalimenta continuamente o ciclo. Clique em cada etapa para navegar.

Para fins didáticos, o guia inclui exemplos ilustrativos e simulações sem caráter empírico. O material deve ser adaptado às especificidades de cada contexto institucional.

Conceitos fundamentais

Definições baseadas em diretrizes internacionais e nacionais (Leka & Cox, 2008; INSST, 2022; ISO, 2021; MTE, 2025)

O fator de risco psicossocial (FRPS) compreende características da organização, do conteúdo e da gestão do trabalho que, em interação com condições individuais, podem afetar negativamente a saúde e o bem-estar dos trabalhadores (Leka & Cox, 2008; INSST, 2022; MTE, 2025). A figura a seguir ilustra essa conceitualização.

Fatores psicossociais do trabalho

Versão adaptada OIT (1984). Estrutura elaborada pela autora. Visualização gerada com auxílio de inteligência artificial.

A exposição prolongada aos FRPS pode gerar consequências tanto para o trabalhador quanto para a organização, conforme ilustrado a seguir.

Consequências da exposição aos fatores de risco psicossociais

Fonte: INSST (2022). Estrutura elaborada pela autora. Visualização gerada com auxílio de inteligência artificial.

A gestão dos FRPS é organizado em etapas sequenciais que compõem um ciclo contínuo de melhoria do trabalho, conforme a figura a seguir.

Ciclo contínuo de melhoria do trabalho — 6 etapas

Estrutura elaborada pela autora. Visualização gerada com auxílio de inteligência artificial.

As intervenções devem ser organizadas em três níveis, priorizando sempre as ações que atuam diretamente na origem dos riscos. A figura a seguir detalha os objetivos específicos de cada nível.

Prevenção primária

Ações preventivas estruturais e organizacionais — centradas nas condições de trabalho; visam eliminar ou reduzir a exposição aos fatores de risco na origem, modificando-os em sua fonte (EU-OSHA, 2023; ISO, 2021; INSST, 2022; Leka & Cox, 2008; MTE, 2024).

Prevenção secundária

Visa aumentar os recursos que auxiliam os trabalhadores a lidarem com os riscos psicossociais — melhorando a capacidade de enfrentamento das pessoas já expostas, sem atuar sobre a origem dos fatores de risco (EU-OSHA, 2023; INSST, 2022; ISO, 2021; Leka & Cox, 2008).

Prevenção terciária

Busca reduzir os efeitos nocivos da exposição a riscos psicossociais e minimizar as consequências que a exposição já ocasionou (EU-OSHA, 2023; ISO, 2021; INSST, 2022).

Níveis de intervenção: prevenção primária, secundária e terciária

Fonte: INSST (2022). Estrutura elaborada pela autora. Visualização gerada com auxílio de inteligência artificial.

Intervenções secundárias e terciárias não substituem ações sobre a organização do trabalho. A gestão deve priorizar a intervenção sobre o trabalho, e não a responsabilização individual do trabalhador (ISO, 2021; INSST, 2022; MTE, 2025).

Identificação dos FRPS

Baseada em PRIMA-EF, ISO 45003, INSST, NR-1, NR-17 e evidências empíricas da saúde pública de SC

A identificação dos FRPS deve considerar as características reais da organização e do cotidiano de trabalho dos profissionais assistenciais. Recomenda-se a combinação de métodos quantitativos e qualitativos.

Os principais fatores identificados no contexto da saúde pública de SC estão organizados na tabela a seguir.

Dimensão do trabalhoFatores de risco associados
Carga e ritmo de trabalhoSobrecarga, ritmo intenso, ausência de pausas
Horário de trabalhoJornadas prolongadas, plantões extensos e consecutivos, turnos noturnos, imprevisibilidade
Controle e autonomiaBaixa participação nas decisões, pouca autonomia
Conteúdo do trabalhoExposição contínua a sofrimento, morte e dor; alta carga emocional; pressão decisória; violência
Relações interpessoaisConflitos entre equipes, com chefias e com familiares; falta de apoio social
Cultura organizacionalComunicação institucional frágil, liderança despreparada, ausência de diretrizes claras
Desenvolvimento de carreiraRemuneração inadequada, falta de plano de carreira, insegurança contratual, baixa valorização
Interface trabalho–vida pessoalConflito trabalho–família, sobrecarga diferenciada entre grupos
Tratamento institucionalDesigualdade entre trabalhadores efetivos e temporários
Ambientes e recursosEscassez de recursos humanos e materiais
Papéis organizacionaisSobreposição de funções, ambiguidade de papéis

Elaboração das autoras, a partir de diretrizes normativas e evidências empíricas da pesquisa de doutorado.

A identificação deve envolver múltiplas fontes de informação (INSST, 2022), combinando escuta direta, instrumentos padronizados, métodos qualitativos e análise do contexto organizacional.

Escuta direta

Espaços participativos e canais institucionais de diálogo com os profissionais assistenciais (MTE, 2025).

Questionários padronizados

Instrumentos de fatores psicossociais — ver tabela abaixo (INSST, 2022; MTE, 2025).

Métodos qualitativos

Entrevistas individuais, grupos focais, observação do trabalho (INSST, 2022).

Contexto organizacional

Análise de jornadas, escalas, recursos disponíveis e fluxos (ISO, 2021; MTE, 2025).

Os métodos quantitativos (questionários e escalas) são utilizados para mapear a presença e a intensidade dos FRPS em grupos de trabalhadores. Não há instrumento único aplicável a todas as realidades.

Síntese a partir de Leka & Cox, 2008; INSST, 2022; Mendes et al., 2007; Facas, 2021.

Os métodos qualitativos são indicados para aprofundar a compreensão dos fatores identificados e captar aspectos não mensuráveis por escalas (INSST, 2022).

Entrevistas individuais

Objetivo: Explorar vivências, dificuldades e percepções do trabalho

Finalidade: Fases exploratórias ou aprofundamento

Grupos focais

Objetivo: Identificar fatores comuns e divergentes entre equipes

Finalidade: Serviços ou setores específicos

Observação do trabalho

Objetivo: Analisar organização, fluxos e condições reais

Finalidade: Alta complexidade organizacional

Reuniões de escuta

Objetivo: Identificar demandas emergentes

Finalidade: Situações críticas ou mudanças organizacionais

Os instrumentos e métodos desta etapa não avaliam a saúde individual do trabalhador. Seu objetivo é identificar condições e fatores de risco presentes na organização do trabalho.

Avaliação dos FRPS

Intensidade, frequência e gravidade para classificação e priorização das ações

A avaliação deve considerar três dimensões fundamentais (ISO, 2021; INSST, 2022; MTE, 2025).

I
Intensidade (magnitude)
Grau de exigência psicológica, emocional ou organizacional imposto pelo fator de risco.
Quão intenso é esse fator?
F
Frequência (duração)
Regularidade e tempo de permanência da exposição no cotidiano de trabalho.
Com que frequência ocorre?
G
Gravidade (severidade)
Potencial de impacto sobre a saúde dos trabalhadores e sobre o funcionamento organizacional.
Que consequências pode gerar?

A tabela a seguir apresenta um exemplo hipotético de classificação — simulação didática com base nas diretrizes normativas.

Clique em cada fator para ver a descrição detalhada de cada dimensão.

Simulação didática. Não corresponde a resultados empíricos.

Planejamento das ações interventivas

Baseia-se em diretrizes nacionais e internacionais (ISO, 2021; INSST, 2022; Leka & Cox, 2008; MTE, 2024) e em evidências empíricas da saúde pública de SC

Após a avaliação e a priorização dos fatores de risco psicossociais, esta etapa tem como objetivo definir ações interventivas coerentes com o nível de risco identificado, orientando a tomada de decisão institucional. O planejamento deve seguir os seguintes princípios orientadores.

Participação

Envolver gestores, equipes multiprofissionais e representantes dos trabalhadores (ISO, 2021; Leka & Cox, 2008).

Prioridade

Direcionar ações conforme o nível de risco (alto, moderado, baixo) ou setores envolvidos (ISO, 2021; INSST, 2022).

Integração institucional

Articular as ações ao Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) e às políticas de saúde ocupacional (ISO, 2021; MTE, 2024; MTE, 2025).

Objetivos claros

Definir ações preventivas (redução da exposição) e corretivas (mitigação de impactos) (ISO, 2021; INSST, 2022; Leka & Cox, 2008).

Viabilidade e sustentabilidade

Considerar recursos disponíveis e a continuidade das ações (ISO, 2021; INSST, 2022; Leka & Cox, 2008).

As ações devem ser planejadas considerando três níveis de intervenção (Leka & Cox, 2008; ISO, 2021; INSST, 2022; MTE, 2025).

Primárias

Atuam sobre a organização e as condições de trabalho, buscando eliminar ou reduzir os fatores de risco na origem (Leka & Cox, 2008; ISO, 2021).

Secundárias

Fortalecem os recursos individuais e coletivos de enfrentamento, sem atuar diretamente na origem do risco (Leka & Cox, 2008; INSST, 2022).

Terciárias

Visam reduzir os efeitos da exposição já ocorrida, apoiando trabalhadores com sofrimento ou adoecimento (ISO, 2021).

A tabela a seguir ilustra, didaticamente, a estruturação do planejamento de ações interventivas. Clique em cada fator para ver os detalhes.

Simulação hipotética elaborada para fins orientativos (ISO, 2021; INSST, 2022; Leka & Cox, 2008; MTE, 2024).

Elaboração das autoras, a partir de diretrizes normativas e evidências empíricas da pesquisa de doutorado.

Orientações práticas para a tomada de decisão

● Alto

Priorizar, com foco em intervenções primárias — ações sobre a organização do trabalho.

● Moderado

Exige planejamento estruturado e acompanhamento sistemático das ações.

● Baixo

Monitorar e integrar à rotina institucional de saúde ocupacional.

Intervenções secundárias e terciárias não substituem ações sobre a organização do trabalho.

Implementação das intervenções

Transformando o diagnóstico em mudanças concretas no cotidiano de trabalho

A implementação é a etapa em que as ações planejadas são colocadas em prática. Nesta fase, é fundamental definir o que será feito, por quem, onde e como, assegurando que as ações sejam viáveis, coordenadas e operacionalizáveis. Devem ser observados os seguintes princípios.

Prioridade às intervenções primárias

Ações sobre a organização do trabalho devem ser priorizadas, pois reduzem ou eliminam os fatores de risco na origem (ISO, 2021; Leka & Cox, 2008).

Definição clara de responsabilidades

Cada nível da organização (gestão, chefias, equipes) deve ter atribuições claramente definidas (ISO, 2021; MTE, 2024).

Integração intersetorial

Articular saúde ocupacional, RH, gestão, segurança do trabalho, educação permanente e lideranças assistenciais (INSST, 2022).

Participação dos trabalhadores

Os profissionais devem participar do planejamento, da execução, do acompanhamento e da avaliação das ações (ISO, 2021; MTE, 2025).

Viabilidade e sustentabilidade

Considerar recursos humanos, financeiros e estruturais disponíveis, garantindo continuidade (ISO, 2021; Leka & Cox, 2008).

Confidencialidade e prevenção do estigma

Garantir sigilo das informações, uso ético dos dados e proteção dos trabalhadores contra estigmatização ou retaliações (ISO, 2021; OMS, 2022).

Como estruturar a implementação

Para apoiar a execução das ações, recomenda-se organizar cada intervenção respondendo às seguintes perguntas-chave (ISO, 2021; INSST, 2022; Leka & Cox, 2008; MTE, 2024).

O que será feito?

Descrever a ação de forma clara e objetiva, com indicadores que permitam verificar sua realização.

Quem é o responsável direto?

Identificar o profissional ou setor com responsabilidade primária pela execução da ação.

Quais setores estarão envolvidos?

Mapear os setores e equipes que precisam ser articulados para a execução da ação.

Quais recursos são necessários?

Listar recursos humanos, financeiros e materiais necessários para viabilizar a ação.

Qual o prazo de execução e revisão?

Definir prazos realistas, considerando a complexidade da ação e os recursos disponíveis.

Essa organização facilita o acompanhamento e reduz o risco de ações fragmentadas.

A seguir, cada fator de risco com suas ações, responsáveis, setores, recursos e prazos. Clique para expandir.

Simulação hipotética elaborada para fins orientativos (Leka & Cox, 2008; ISO, 2021; INSST, 2022; MTE, 2024; MTE, 2025).

Elaboração das autoras, com base em diretrizes normativas e evidências empíricas da pesquisa de doutorado. A definição dos prazos deve considerar a complexidade da ação, a disponibilidade de recursos e as prioridades institucionais de cada serviço.

Monitoramento e revisão

Acompanhamento contínuo para garantir efetividade e sustentabilidade das intervenções

Recomenda-se utilizar dois tipos complementares de indicadores (INSST, 2022; ISO, 2021; Leka & Cox, 2008; MTE, 2025).

Indicadores de progresso (processo)
Adesão às ações propostas pelos setores
Número de treinamentos realizados
Implementação de protocolos clínicos
% de escalas conformes (COFEN/ANVISA/CFM)
Participação dos trabalhadores nas ações
Nº de mediações institucionais realizadas
Indicadores de resultado (impacto)
Redução do absenteísmo e afastamentos por saúde
Diminuição de erros e eventos adversos
Fadiga e estresse autorreferidos
Rotatividade de profissionais
Registros formais de conflitos
Satisfação e engajamento autorreferidos

Exemplos de indicadores por fator de risco, com base em documentos do COFEN, CFM, ANVISA e na CLT. Clique para expandir.

Indicadores devem ser reavaliados sempre que houver mudanças organizacionais ou novas evidências. Cada unidade define seus próprios parâmetros de referência de forma participativa.

Como citar este trabalho

Referência em formato ABNT para uso acadêmico e institucional

Referência do guia orientativo

ABNT

SILVA, Milena Garcia da. Guia orientativo para o gerenciamento dos fatores de risco psicossociais na saúde pública estadual de Santa Catarina. Florianópolis: UFSC, 2026. Disponível em: <inserir o link completo do site>. Acesso em: [dia, mês abreviado, ano, ex: 14 jun. 2026].

APA

Silva, M. G. da. (2026). Guia orientativo para o gerenciamento dos fatores de risco psicossociais na saúde pública estadual de Santa Catarina. UFSC. [inserir o link completo do site]

Referência da tese de doutorado

ABNT

SILVA, Milena Garcia da. Gerenciamento de fatores de risco psicossociais ocupacionais no âmbito da saúde pública de Santa Catarina. 2026. 24p. Tese (Doutorado em Psicologia) – Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Psicologia, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2026.

APA

Silva, M. G. da. (2026). Gerenciamento de fatores de risco psicossociais ocupacionais no âmbito da saúde pública de Santa Catarina [Tese de Doutorado, Universidade Federal de Santa Catarina]. PPGP/UFSC.

Autoria

MGS
Milena Garcia da SilvaDoutora em Psicologia
Universidade Federal de Santa Catarina — PPGP/UFSC
Autora
SRT
Dra. Suzana da Rosa TolfoProfessora — Departamento de Psicologia
Programas de Pós-Graduação em Psicologia — PPGP
Universidade Federal de Santa Catarina — UFSC
Orientadora

Este guia é resultado de pesquisa de doutorado desenvolvida no PPGP/UFSC, em parceria com a Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina (SES/SC). O material foi elaborado para apoiar as Equipes Multiprofissionais de Saúde do Servidor (EMSS) da rede pública estadual.

Referências

Obras e documentos normativos citados neste guia

Agência Nacional de Vigilância Sanitária. (2013). Resolução da Diretoria Colegiada RDC nº 36, de 25 de julho de 2013: Institui ações para a segurança do paciente em serviços de saúde e dá outras providências. Diário Oficial da União.

Brasil. (2017). Lei nº 13.467, de 13 de julho de 2017: Altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Diário Oficial da União.

Brasil. Ministério do Trabalho e Emprego. (2024). Portaria MTE nº 1.419, de 27 de agosto de 2024: Altera a Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) — Disposições gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais. Diário Oficial da União.

Brasil. Ministério do Trabalho e Emprego. (2025). Guia de informações sobre os fatores de riscos psicossociais relacionados ao trabalho (NR-1 — Gerenciamento de riscos ocupacionais — GRO). Brasília, DF.

Brasil. Ministério do Trabalho e Previdência. (2021). Norma Regulamentadora nº 17 (NR-17) — Ergonomia. Brasília, DF.

Conselho Federal de Enfermagem. (2024). Parecer Normativo nº 1/2024/COFEN: Parâmetros para o planejamento da força de trabalho da Enfermagem pelo Enfermeiro. Brasília, DF.

Conselho Federal de Medicina. (2020). Resolução CFM nº 2.271/2020: Define as unidades de terapia intensiva e unidades de cuidado intermediário. Diário Oficial da União.

European Agency for Safety and Health at Work. (2023). Psychosocial risks in the health and social care sector. EU-OSHA.

Facas, E. P. (2021). PROART: Riscos psicossociais relacionados ao trabalho. Editora Fi.

Instituto Nacional de Seguridad y Salud en el Trabajo. (2022). Directrices básicas para la gestión de los riesgos psicosociales en el trabajo. INSST.

International Labour Organization. (1984). Factores psicosociales en el trabajo: Naturaleza, incidencia y prevención. ILO.

International Organization for Standardization. (2021). ISO 45003: Occupational health and safety management — Psychological health and safety at work — Guidelines for managing psychosocial risks. ISO.

Leka, S., & Cox, T. (2008). PRIMA-EF: Guidance on the European framework for psychosocial risk management. Office for Official Publications of the European Communities.

Mendes, A. M., & Ferreira, M. C. (2007). Inventário sobre Trabalho e Riscos de Adoecimento – ITRA. In A. M. Mendes (Org.), Psicodinâmica do trabalho: teoria, método e pesquisa (pp. 111–126). Casa do Psicólogo.

World Health Organization. (2022). Guidelines on mental health at work. WHO.

Listadas as referências citadas neste guia. A lista completa da pesquisa de doutorado consta na tese de origem.