Gestão de Riscos Psicossociais · Saúde

Gestão de riscos psicossociais para hospitais e serviços de saúde: adequação ao PGR (NR-1)

Avaliação técnica de riscos psicossociais na área da saúde, com metodologia científica e documentação rastreável alinhada às normativas legais.

NR-1 (PGR) ISO 45003 Pesquisas publicadas na área da saúde
Agendar conversa técnica → Baixar checklist específico para a área da saúde
Milena Garcia
O Cenário

Saúde mental no trabalho é uma questão
estratégica e urgente

Profissionais de saúde não enfrentam apenas as fontes de risco psicossocial comuns a qualquer trabalhador (sobrecarga, ambiguidade de papel, baixo suporte de liderança). Somam-se a isso a exposição direta à violência ocupacional, o contato constante com sofrimento e morte, regimes de escala que fragmentam o descanso e decisões de alto risco sob pressão de tempo.

Conselho Federal de Medicina (CFM) · 2024
+68%
crescimento em uma década nos boletins de ocorrência por agressão a médicos no ambiente de trabalho — 4.562 registros em 2024, média de 12 casos por dia no país
Violência ocupacional
Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo (COREN-SP)
80%
dos profissionais de enfermagem já sofreram algum tipo de violência no ambiente de trabalho — no Distrito Federal, o índice chega a 82,7%
Violência ocupacional
Conselho Federal de Medicina (CFM) · 2024
Maioria em PS e UPA
das agressões a profissionais de saúde acontecem em prontos-socorros e unidades de pronto atendimento, ambientes de alta pressão assistencial e contato direto com público em crise
Concentração por setor
Os Desfechos

O que a exposição aos riscos psicossociais
custa para a instituição

Erros assistenciais e afastamentos por saúde mental não são eventos isolados — são desfechos mensuráveis da exposição prolongada. E já aparecem nos números.

The BMJ · Hodkinson et al. (University of Manchester) · 2022
2x
risco de incidente de segurança ao paciente entre médicos com burnout, segundo revisão sistemática de 170 estudos com 239 mil profissionais
Erros assistenciais
International Journal of Nursing Studies · 2024
42%
dos enfermeiros brasileiros avaliados (1.760 profissionais) têm burnout moderado ou alto, associado a mais quedas, infecções e erros de medicação
Erros assistenciais
INSS/SmartLab (OIT/MPT) · 2012–2024
70.701
profissionais de enfermagem afastados por transtornos mentais no Brasil, no período
Afastamentos por saúde mental

Enfermagem no ranking nacional de afastamentos por saúde mental

INSS/SmartLab (OIT/MPT) · 2012–2024 · via Cofen/Coren-SP
Técnicos de enfermagem9º lugar
Auxiliares de enfermagem18º lugar
Enfermeiros22º lugar
Entre todas as profissões do Brasil · Período 2012–2024 · Fonte: INSS/SmartLab (OIT/MPT), divulgado via Cofen/Coren-SP

Principais causas de afastamento em 2024

CID F · 2024 · Ministério da Previdência Social
F40–F48 · Transtornos de ansiedade141.414
F32 · Episódios depressivos113.604
F33 · Depressão recorrente52.627
F31 · Transtorno bipolar51.314
Demais transtornos87.369
Fonte: Ministério da Previdência Social · CID F · 2024

Esse é o argumento que conecta a gestão de riscos psicossociais a dois interlocutores diferentes dentro da instituição: RH/SESMT (conformidade e absenteísmo) e Qualidade/Segurança do Paciente (erros assistenciais e eventos adversos) — reforçando por que a proposta de trabalho pode, e deve, dialogar com ambos.

Serviços

Abordagem integrada para cada
momento da organização

Do diagnóstico inicial ao monitoramento contínuo — estruturamos a gestão dos fatores de risco psicossociais de forma sistemática, de acordo com as normativas legais e com documentação técnica rastreável em cada etapa. Clique em cada etapa para saber mais.

🔍1
Diagnóstico psicossocial
Avaliação com instrumento científico validado
Porta de entrada
📊2
Análise e matriz de risco
Cruzamento com indicadores institucionais de saúde
ISO 45003
📋3
Plano de ação
Estruturado a partir da matriz de risco
Parecer técnico
🎯4
Intervenções específicas
Ações organizacionais, coletivas e individuais
Módulos avulsos
🔄5
Monitoramento contínuo
Indicadores e atualização do PGR
Retainer mensal
Serviço independente

Auditoria técnica de inventários de fatores de risco psicossociais

Sua instituição já realizou um inventário de fatores de risco psicossociais, mas ele sustenta uma fiscalização do MTE? A auditoria oferece uma avaliação crítica e independente do inventário existente, com emissão de parecer técnico.

ISO 45003:2021Conformidade NR-1Parecer técnico
Quem somos
Milena Garcia
Milena Garcia
Psicóloga · CRP 12/06179
Doutora em Psicologia · UFSC

Doutora em Psicologia pela UFSC, com pesquisa dedicada ao gerenciamento de fatores de risco psicossociais no trabalho em saúde — incluindo revisão de escopo publicada especificamente sobre profissionais assistenciais em unidades hospitalares e pesquisa de campo em uma secretaria estadual de saúde. Mestra em Saúde Mental e Atenção Psicossocial. Especializações em Terapia Cognitivo-Comportamental, Transtornos de Humor, Avaliação Psicológica, Prática Baseada em Evidências em Psicologia Clínica e MBA em Gestão de Pessoas. Experiência em instituição federal de saúde/educação, atuando na saúde do servidor, avaliações psicossociais e readaptação funcional. Mais de 20 anos de experiência.

Pesquisa em instituições de saúdeGestão de riscos psicossociaisSegurança do pacienteSaúde do trabalhador

Doutora em Psicologia pela UFSC, com pesquisa diretamente voltada ao gerenciamento de fatores de risco psicossociais na saúde pública.

Mestra em Saúde Mental e Atenção Psicossocial, com pesquisa voltada à identificação de fatores protetivos e de riscos psicossociais em instituição federal de educação.

Especializações em Terapia Cognitivo Comportamental, Transtornos de Humor, Avaliação Psicológica, Prática Baseada em Evidências em Psicologia Clínica e MBA em Gestão de Pessoas.

Experiência na área de saúde do servidor, em instituição federal de educação: implantação de políticas de qualidade de vida no trabalho, coordenação de serviço pericial, avaliações psicossociais, acompanhamento de afastamentos e readaptação funcional.

ArtigoSILVA, M. G.; TOLFO, S. R. Fatores de risco psicossociais, impactos na saúde mental e mapeamento de práticas interventivas no trabalho de profissionais assistenciais em unidades hospitalares: revisão de escopo. Revista Brasileira de Saúde Ocupacional, v. 51, e17, 2026. Disponível em: acessar artigo.
Produto técnicoSILVA, M. G. Gerenciamento de fatores de risco psicossociais ocupacionais no âmbito da saúde pública de Santa Catarina: guia. 2026. 24p. Produto técnico derivado de tese (Doutorado em Psicologia) – Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Psicologia, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2026. Disponível em: acessar guia.
ArtigoSILVA, M. G.; TOLFO, S. R. Processos psicossociais, saúde mental e trabalho. Rev. Brasileira de Saúde Ocupacional, v. 47, 2022. Disponível em: acessar artigo.
ArtigoVENÂNCIO et al.; SILVA, M. G. Qualidade de vida no trabalho remoto. Revista Educar Mais, 2022. Disponível em: acessar artigo.
LivroSILVA, M. G.; TOLFO, S. R. Fatores psicossociais protetivos e de risco no trabalho e saúde mental em uma instituição federal de educação. 1. ed., 2020.
CapítuloJACINTO, A.; HUCK, C. K.; TOLFO, S. R.; SILVA, M. G. Fenômenos psicossociais relacionados ao trabalho: promovendo saúde e monitorando riscos. In: Suzana da Rosa Tolfo (Org.). Gestão de pessoas e saúde mental do trabalhador. 1. ed. São Paulo: Vetor Editora Psico-Pedagógica Ltda, 2020, v. 1, p. 203-220.
Produto técnicoSILVA, M. G. Fenômenos psicossociais relacionados ao trabalho: fatores protetivos e de risco para a saúde mental de trabalhadores. Florianópolis, 2019. 40p. Produto técnico derivado de dissertação (Mestrado Profissional em Saúde Mental e Atenção Psicossocial) – Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2019. Disponível em: acessar produto técnico.
Renata Francisca Alves Santos
Renata Francisca Alves Santos
Psicóloga · CRP 12/11904
Mestra em Saúde Mental · UFSC

Mestra em Saúde Mental e Atenção Psicossocial (UFSC), com dissertação sobre determinantes sociais da saúde mental de servidores em contexto hospitalar. Especialista em Avaliação Psicológica e em Prática Baseada em Evidências em Psicologia Clínica. Formação em Terapia do Esquema com certificação pelo ISST. Formação em Neurociência do Comportamento. Mais de 13 anos de experiência.

Saúde mental hospitalarTerapia do Esquema (ISST)LiderançasIntervenções psicossociais

Mestra em Saúde Mental e Atenção Psicossocial pela UFSC, dissertação sobre determinantes sociais da saúde mental de servidores em contexto hospitalar.

Certificação em Terapia do Esquema pela ISST e Formação em Neurociência do Comportamento em andamento.

Experiência em saúde do trabalhador em contextos hospitalares, industriais e de educação pública.

LivroCAMPOS et al.; SANTOS, R. F. A. Tópicos Especiais em Administração: Gestão Organizacional Contemporânea, Vol. 1. e-Publicar, 2022.
CapítuloSANTOS, R. F. A. Prevalência de transtornos mentais em docentes afastados. In: Trabalho, Saúde e Direitos Sociais. Praxis, 2018.
ImprensaSANTOS, R. F. A. Burnout: quando o trabalho ameaça o bem-estar. Jornal O Riosulense, ago. 2016.
Perguntas frequentes

Dúvidas de gestores de instituições de saúde

Respostas diretas para direção, RH/SESMT e Qualidade/Segurança do Paciente sobre fatores de risco psicossociais, NR-1 e nossa atuação.

O que são fatores de risco psicossociais?

+
São aspectos relacionados à organização do trabalho, às relações profissionais e às demandas que podem impactar a saúde mental dos trabalhadores, como sobrecarga, pressão constante, falta de clareza nas funções, conflitos e baixo suporte da liderança.

Referências: OMS/OIT, Diretrizes sobre Saúde Mental no Trabalho (2022); ISO 45003:2021; NR-1, Portaria MTE 1.419/2024.

O que mudou com a atualização da NR-1?

+
A NR-1 sempre foi obrigatória. A atualização, pela Portaria MTE 1.419/2024, incluiu os fatores de risco psicossociais no Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR). Agora as instituições são obrigadas a identificar, avaliar e controlar esses fatores no ambiente de trabalho, com documentação técnica rastreável. Quem não realizar essa gestão está sujeito a autuações do MTE e a responsabilidade civil trabalhista.

Referência: Portaria MTE nº 1.419, de 26 de agosto de 2024.

O que acontece se a instituição não gerenciar esses fatores?

+
A ausência de gestão pode levar ao aumento do adoecimento mental, afastamentos, queda de desempenho, conflitos internos, rotatividade elevada e riscos legais — em instituições de saúde, isso também se traduz em maior risco de erros assistenciais. Do ponto de vista regulatório, instituições sem gestão dos fatores de risco psicossociais no PGR estão sujeitas a autuações do MTE e a processos trabalhistas por assédio e adoecimento ocupacional.

Referência: ISO 45003:2021; Portaria MTE nº 1.419, de 26 de agosto de 2024.

Como vocês atuam?

+
Auxiliamos a instituição por meio de diagnóstico, análise, planejamento, implementação e monitoramento contínuo, estruturando a gestão dos fatores de risco psicossociais de forma integrada à conformidade normativa. Cada etapa gera documentação técnica rastreável para o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR).

A consultoria substitui atendimento psicológico individual?

+
Não. Nossa atuação é organizacional e preventiva, voltada à gestão do trabalho e às intervenções coletivas e estruturais. Os plantões psicológicos incluídos no retainer são escuta qualificada e suporte pontual, não psicoterapia. Quando necessário, é realizado encaminhamento para a rede de saúde mental como parte integrada do cuidado.

Minha instituição já realizou um inventário. Precisa refazer?

+
Não necessariamente. Oferecemos o serviço de Auditoria Técnica de Inventários: uma avaliação independente que verifica se o processo já realizado tem validade metodológica, conformidade com a NR-1 e capacidade de sustentar fiscalizações. O parecer indica se está adequado, precisa de complementação ou deve ser refeito.

Vocês trabalham com parceiros de SST e saúde ocupacional?

+
Sim. Atuamos como parceiras técnicas de empresas de SST, SESMT, clínicas de saúde ocupacional e consultorias de RH que precisam ampliar sua oferta com expertise especializada em fatores de risco psicossociais. Estruturamos a colaboração de forma a respeitar o escopo de cada parceiro e entregar o componente psicossocial com rigor técnico e documentação formal.

Vocês atendem hospitais e clínicas de que porte?

+
Adaptamos a metodologia à realidade e ao porte da instituição — de clínicas de pequeno porte a redes hospitalares com múltiplas unidades. O escopo (setores incluídos, profundidade do diagnóstico) é definido conforme a necessidade e a maturidade de gestão de riscos já existente.

A metodologia já foi aplicada em instituições de saúde antes?

+
Sim. No âmbito da nossa pesquisa de doutorado (UFSC), dedicada especificamente a esse tema, realizamos pesquisa de campo em uma secretaria estadual de saúde e publicamos revisão de escopo sobre fatores de risco psicossocial em profissionais assistenciais hospitalares. Aplicamos essa mesma base metodológica ao contexto de cada instituição cliente.

Vocês trabalham junto com a área de Qualidade/Segurança do Paciente ou só com SESMT/RH?

+
Sim, atuamos com ambas as frentes quando aplicável. Em instituições com processo de acreditação (ONA ou similar), a gestão de riscos psicossociais dialoga diretamente com os requisitos de gestão de pessoas e segurança do paciente — estruturamos a proposta de trabalho para atender aos dois interlocutores.

Como iniciar o processo de trabalho com a Viden Corp?

+
O processo começa com uma conversa técnica inicial: uma reunião breve para compreender a realidade da sua instituição e estruturar uma proposta de atuação adequada. Basta entrar em contato por WhatsApp para agendarmos uma conversa técnica.
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Uma conversa para entender a realidade da sua instituição — setores críticos, maturidade do PGR atual, e o que precisa ser priorizado.

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Checklist de Riscos Psicossociais em Instituições de Saúde

Perguntas essenciais para avaliar se a gestão de riscos psicossociais da sua instituição de saúde está adequada à NR-1 e à realidade do trabalho assistencial.

Fatores de risco específicos do instituições de saúde (violência ocupacional, escala, exigência emocional)
Requisitos do PGR aplicados ao contexto de saúde
Sinais de alerta por setor (PS, UTI, enfermaria)
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